Quantas saudades do meu sofá! Esse lugar que não é mobilia nem está na sala de estar.
Ai, que saudades do meu sofá! Esse lugar onde me encontro, onde não há julgamentos -- só acolhimento!
Ai, que saudades desse sofá! Onde suspirei, filosofei, fechei as portas do mundo para me encontrar!
Ai, que saudades desse meu sofá!
Que se dane a louça na pia! O banheiro sujo! O trabalho por fazer! O médico para agendar! A janta para preparar! Eu só quero o meu sofá... MEU SO-FÁ!
Ai, o meu sofá... Porque não tenho mais tempo pra ele? Porque não tenho mais tempo pra mim?
E hoje, mais um operário sofreu um acidente de trabalho...
Ele perdeu a paciência e teve parte de sua fé deformada pelo trabalho penoso...
Ele era um trabalhador exemplar...! Buscava fazer tudo certinho!
Mas quem quer certinhos? Aqui funciona ao gosto da máquina!
Se ela chia, oprime e funciona ao contrário do manual de instruções, cabe ao operador se adaptar...!
É... Hoje, mais um operário sofreu...
Não aguentou a poluição provocada pela corrupção. Sufocou-se.
Em algumas horas, outro operário também irá sofrer... Acidente?
Não, é assim que a máquina toca!
Ele perdeu a paciência e teve parte de sua fé deformada pelo trabalho penoso...
Ele era um trabalhador exemplar...! Buscava fazer tudo certinho!
Mas quem quer certinhos? Aqui funciona ao gosto da máquina!
Se ela chia, oprime e funciona ao contrário do manual de instruções, cabe ao operador se adaptar...!
É... Hoje, mais um operário sofreu...
Não aguentou a poluição provocada pela corrupção. Sufocou-se.
Em algumas horas, outro operário também irá sofrer... Acidente?
Não, é assim que a máquina toca!
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Sobre o blog
Este blog é um esforço lúdico para (re)elaborar a experiência amorosa. O amor na música, na memória, no cinema, na literatura, ou no "acaso".
É aqui que eu planto o meu silêncio e vejo brotar arte.
É aqui que eu me reinvento e abro espaço para o novo chegar.
Futures amores, sejam bem-vindos!
Leia o Manifesto.
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