Nada pode ser mais importante do que o meu sossego.
NADA!
E se tiver que dizer "tchau", então, "--TCHAU"!
E se tiver que mandar bater um bolo, então, "-- Vai bater um bolo"!
Com licença, a minha paz é mais importante!
E tenho dito.
18 de out de 2012
Como ser uma tartaruga?
Postado por
Priscila
|
Marcadores:
Fragmentos de um discurso amoroso
"Como a
tartaruga (...), nós também levamos conosco a nossa casa, aonde
quer que vamos. Não há necessidade de apressar-se, não é preciso
procurar abrigo em nenhum outro lugar. Mesmo quando mergulhamos nas
profundezas das águas da emoção, podemos manter-nos abrigados em nós
mesmos, imunes a dependências.
Há um momento em que você se prepara para deixar de lado quaisquer
expectativas que tem cultivado a seu próprio respeito, ou a respeito de
outras pessoas; prepara-se para assumir a responsabilidade por quaisquer
ilusões que possa ter estado carregando. Nessa hora, não há necessidade
de fazer nada, bastando repousar na plenitude de quem você é neste
exato momento. Se os desejos, esperanças e sonhos estão se tornando
vagos, tanto melhor. Seu desaparecimento está abrindo espaço para um
novo clima de tranqüilidade e de aceitação das coisas como são. Você irá
sentir-se capaz de dar as boas-vindas a esse crescimento pessoal, de
uma maneira que nunca esteve antes ao seu alcance.
Desfrute essa sensação de diminuição do ritmo, de se aproximar do repouso, e de reconhecer que você já está em casa."
Desfrute essa sensação de diminuição do ritmo, de se aproximar do repouso, e de reconhecer que você já está em casa."
(OSHO)
![]() |
| "In silence" by Chiharu Shiota |
Em silêncio...
Espere as teias se assentarem...
Assentarem...
Espere o branco virar negro...
Negro, negro, negro...
Fique em silêncio um pouco mais.
E mais... E mais...
Cadeiras armadas, fuga ao vento...
Vento...
Não há som que registre os seus passos...
Aço... Aço...
Esse silêncio é o meu silêncio:
...êncio.
Que ecoa perdido...
No nunca mais.
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Sobre o blog
Este blog é um esforço lúdico para (re)elaborar a experiência amorosa. O amor na música, na memória, no cinema, na literatura, ou no "acaso".
É aqui que eu planto o meu silêncio e vejo brotar arte.
É aqui que eu me reinvento e abro espaço para o novo chegar.
Futures amores, sejam bem-vindos!
Leia o Manifesto.
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