afetivas, do livro Momentos de ouro, por Espíritos diversos,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Geem.
Em 10.05.2010.
"(...) um mestre de meditação, que obviamente já sabe por que a pessoa está sofrendo antes mesmo de ela começar a falar, enxuga e reduz a complicação com uma simples pergunta: 'Como está sua mente? O que você está sentindo? O que está sofrendo?'. A pessoa tenta explicar por que e como está sofrendo. Então o mestre pergunta novamente: 'O que você está sentindo?'.
Ela não entende qual a relevância disso, afinal tem uma situação a resolver. Por um instante acha que o mestre não entendeu o problema, mas enfim responde: 'Estou sentindo raiva' ou 'Estou ansiosa' ou 'Estou deprimida'. E então o mestre sorri: 'Ótimo, então descobrimos o problema! Pratique meditação com a motivação de se liberar da raiva e também com o desejo de que nenhuma outra pessoa seja arrastada por isso'. Ou 'Temos bastante trabalho a fazer aqui na comunidade, eu soube que você é médico, então comece amanhã a atender as pessoas que não podem pagar. Isso vai curar sua depressão'. Para a ansiedade, além da meditação, talvez ele ensine alguma arte como thangka ou sumi-ê.
Curiosamente, o mestre ignorou toda a situação, não falou como agir (...), o que fazer, qual direção seguir. Se o aluno seguir a instrução, transformar sua mente e se liberar da aflição, o sofrimento pode não desaparecer por completo, mas ele não exigirá uma decisão. O desconforto será visto como tal em vez de agir por trás impelindo mil ações precipitadas. Restará uma situação a ser vivida como qualquer outra, (...)."
Texto de Gustavo Gitti do site "Não Dois, Não Um" - Para ler o artigo completo:http://bit.ly/167xPO
Eu não sei viver assim. Isso está muito pesado...
Surrander...
"Às vezes, o mais importante não é salvar, mas manter o foco e o direcionamento para gerar o máximo de benefício para todos."
Undo...
Faça o que desejar. Não porque eu deseje, mas porque estou cansada da fragilidade e da inconsistência dos desejos. Está livre.
Undo...
E ao te libertar, liberto-me também.
Estou cansada...
Surrander...
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| Ethel - Kneeling Woman White |
Em 2005, participei do meu primeiro "Papai Noel dos Correios" junto com uma amiga. A criança tinha pedido uma coisa curiosa: uma festa de aniversário. A minha amiga deu o bolo, eu dei o material do cachorro quente, e por aí foi... Desde então, sempre tive vontade de repetir a experiência.
Esse ano resolvi participar novamente. Li muitas cartas, tantas quantas foram permitidas. Era um misto de querer saber o que essas crianças desejavam, com uma vontade de me encantar pela história que iria apadrinhar. Pensei que iria encontrar muitos pedidos de brinquedo, mas antes do desejo de "diversão" havia o desejo do básico: roupa, calçados, móveis, material escolar...
Depois de quase uma hora lendo, cheguei a conclusão que qualquer história que apadrinhasse seria uma boa escolha. Aliás, descobri bem mais: o meu desejo de me apaixonar pela história não era importante. O importante era colaborar com a felicidade daqueles pequeninos. Então, escolhi a página que estava nas minhas mãos no momento em que tive esse pensamento...
E começou a busca...