FUTUROS AMORES

Um blog sobre amor, arte e acaso.

7 de mar de 2011

Kali

Postado por Priscila |

[Parvati na sua forma Kali e Shiva]

Convém não facilitar com os bons, convém não provocar os puros. Há no ser humano, e ainda nos melhores, uma série de ferocidades adormecidas. O importante é não acordá-las. (Nelson Rodrigues)

4 de mar de 2011

Dissertação e samba? Não rola!

Postado por Priscila |


Viu? É fácil saber como uma mestranda se sente tendo que escrever a dissertação no carnaval...

2 de mar de 2011

Bésame! Bésame mucho!

Postado por Priscila |

Abra a boca e feche os olhos

Já se perguntou por que os homens, chimpanzés e até elefantes curtem colar a boca de outro espécime e trocar saliva - em outras palavras, beijar? Segundo Helen Fischer, uma antropolista biológica da Universidade de  Rutgers (Nova Jersey, EUA), o beijo tem um objetivo evolutivo bem frio e calculista: avaliar os parceiros. "A saliva é um coquetel químico com diferentes quantidades de hormônios. Beijar pode nos ajudar a avaliar se alguém 'conbina' conosco", diz Helen. É claro que existe também o objetivo de seduzir: "A saliva masculina tem testosterona, e há evidências de que homens preferem beijos mais molhados, com a boca mais aberta", explica Helen. "Eles estão inconscientemente tentando transferir testosterona para a boca da mulher, para despertar o desejo na parceira". Fica a dica marmanjos!

(Fonte: Seção Radar Mistureba - Revista Go Outside, Março/2009)

***

Visto isso, vamos beijar muuuuuito, meu povo!

1 de mar de 2011

Escuro

Postado por Priscila |

Certa noite, quando estava sozinha em casa, faltou luz.

- Oh, Céus! E agora?

Pensei quietinha com medo do além me responder. Catei um fósforo, uma vela e segundos depois: - fiat lux!

Tentei esboçar uma carta, no escuro mesmo, mas a vela trêmula me impedia o ato de delicadeza.

Parei de escrever e passei admirar a vela se consumindo.

Para dentro!

Para dentro!

Assim a vela chorava e sumia...

Para dentro!

Para dentro!

Até ela desaparecer.


Fiquei no escuro. A luz não voltou.

Continuei só. Agora, era eu e o meu palito de fósforos queimado.