FUTUROS AMORES

Um blog sobre amor, arte e acaso.

25 de abr de 2012

One (or two) cup of tea...

Postado por Priscila |

The alarm clock is ringing...

E o dia começa com 52 e-mails esperando por mim na minha caixa de entrada.
Além deles, 14 páginas de texto para serem lidos, 6 livros não concluídos, 300 trabalhos para serem corrigidos e 500 provas na fila de espera. Um trabalho para ser impresso em 4 vias, encadernado e postado.

A noite de sono não tem sido suficiente. Não fui à aula, não fui ao cinema, não fui à reunião. Toda uma gama de coisas urgentes-urgentíssimas exigiam o meu tempo...

Je n'est pas du temps! Le temps passe très vite et je ne sais pas vivre comme le lapin de l'histoire de Alice: "C'est tard! Je suis en retard"!

Je suis fatigué... Je me sens comme un fou. Peut-être, un fou qui besoin d'une tasse de thé...

Slow down...
and drink it!

Slow down...
and eat it!

And, then, grow up! But not so fast: "One thing at a time, and get everything done". 

***

Dear time, please, be patient...

1 comentários:

Rodrigo disse...

Sobre o Tempo

um astrónomo disse, Fala-nos do Tempo.

E ele respondeu:

Se dependesse de vós medirieis o imedível e o incomensurável.

Ajustarieis a vossa conduta e até dirigirieis o rumo do vosso espírito de acordo com as horas e e as estações.

Do tempo farieis um ribeiro em cuja margem vos sentarieis a vê-lo fluir.

No entanto, o intemporal em vós está consciente do intemporal da vida, e sabe que o ontem não é senão a memória do hoje, e o amanhã é o sonho de hoje.

E aquele que dentro de vós canta e contempla, habita ainda dentro dos limites daquele primeiro momento que espalhou as estrelas no firmamento.

Quem, dentre vós, não sente que a sua capacidade para amar é ilimitada?

E, no entanto, também sente que esse mesmo amor, embora ilimitado, está confinado no âmago do seu ser, não se movendo de pensamento amoroso para pensamento amoroso, nem de actos de amor para actos de amor.

E não será o tempo, tal como o amor, indivisível e imóvel?
Mas se em pensamento quiserdes medir o tempo em estações, deixai que cada estação abrace todas as outras.

E deixai que o hoje abrace o passado com saudade e o futuro com ansiedade.

(Gibran K. Gibran, "O Profeta")